MarceloMark

I’m tired of feeling like I’m fucking crazy.

All You Wanted

All You Wanted

you-and-mi-mister-jones:

Nunca imaginei chegar tão perto do limite, no abismo que eu mesmo criei estava eu lá de corpo e alma, entregue sem culpa ou medo, sentindo teu corpo latente pulsando junto ao meu, e neste momento onde parecia existir apenas eu e tu o mundo era nosso, entre minhas pernas encontravam-se as tuas, nossos braços comprimiam nossos corpos em abraços, num frenesi linguístico, sem erros, sem medos, unhas que passam na pele, dentes que mordiam, eramos dois? Não, eramos somente um. Entre pernas e braços, línguas e todo o resto lembrei-me que os plânctons brilham quando excitados, que besteira a minha, não só os plânctons podem brilhar, nesta noite também brilhamos, uma luz serena de tranquilidade na qual a tua áurea vivi e repousa. E quem poderia imaginar que no escuro sagrado encontrei uma cópia fiel do prazer que habita em mim, um código secreto que tu descobristes, os sinais de código morsa que pulsam sobre minha pele, simplicidade, verso, quadra, soneto, poesia pagã e foi pelo mais caloroso laço de afeto que chegamos aqui, e agora que me deparo com meus medos e frustrações estou quase chorando por não saber o que quero fazer, parte quer continuar, parte quer parar, peço-te desculpa por ser tão tímido, mas sinto um pouco de esperança, pois permiti que os teus dedos me acaricia-sem junto com a tua língua no meu corpo, fazendo-me poesia pagã, e a única coisa que consigo pensar é em irmos para o nosso esconderijo onde vou te manter aquecido em meus braços enquanto eu te ponho para dormir…Enquanto te vejo dormir…

you-and-mi-mister-jones:

Nunca imaginei chegar tão perto do limite, no abismo que eu mesmo criei estava eu lá de corpo e alma, entregue sem culpa ou medo, sentindo teu corpo latente pulsando junto ao meu, e neste momento onde parecia existir apenas eu e tu o mundo era nosso, entre minhas pernas encontravam-se as tuas, nossos braços comprimiam nossos corpos em abraços, num frenesi linguístico, sem erros, sem medos, unhas que passam na pele, dentes que mordiam, eramos dois? Não, eramos somente um. Entre pernas e braços, línguas e todo o resto lembrei-me que os plânctons brilham quando excitados, que besteira a minha, não só os plânctons podem brilhar, nesta noite também brilhamos, uma luz serena de tranquilidade na qual a tua áurea vivi e repousa. E quem poderia imaginar que no escuro sagrado encontrei uma cópia fiel do prazer que habita em mim, um código secreto que tu descobristes, os sinais de código morsa que pulsam sobre minha pele, simplicidade, verso, quadra, soneto, poesia pagã e foi pelo mais caloroso laço de afeto que chegamos aqui, e agora que me deparo com meus medos e frustrações estou quase chorando por não saber o que quero fazer, parte quer continuar, parte quer parar, peço-te desculpa por ser tão tímido, mas sinto um pouco de esperança, pois permiti que os teus dedos me acaricia-sem junto com a tua língua no meu corpo, fazendo-me poesia pagã, e a única coisa que consigo pensar é em irmos para o nosso esconderijo onde vou te manter aquecido em meus braços enquanto eu te ponho para dormir…Enquanto te vejo dormir…